A história de Jefté fala sobre um homem que morava na famosa Gileade, a terra do balsamo, mas que não foi curado. O drama de Jefté, o perigo de um líder que não foi sarado por Deus e que acabou não deixando descendência e sucessor. Ele mesmo destruiu sua posteridade. Trouxe morte para dentro de sua própria casa.
O preço de entrarmos em determinado miveis de batalhas espirituais sem estarmos suficientemente curados pode ser muito alto. No caso de Jefté foi a sua própria filha. O objetivo principal do inimigo é atingir a famíia.
O trauma de Jefté
Juizes 11:30-32
Esse foi o famoso voto a DEUS feito por Jefté. O que levaria um homem faze um voto como este?
• Ele estava expondo sua família
• Abrindo a porta de sua casa para a morte
O preço da vitória seria a vida de sua própria filha. Sacrificar sua própria filha pelo sucesso pessoal, o que levaria um pai a isto? Se voltarmos a história de Jefté poderemos verificar uma serie de acontecimentos traumáticos que promoveram abalos na sua personalidade.
Juizes 11:1 - ERA então Jefté, o gileadita, homem valoroso, porém filho de uma prostituta; mas Gileade gerara a Jefté.
Aqui nos percebemos duas realidade na vida de Jefté. “Porem”
• Jefté era gileadita. Morava na terra do bálsamo. Era um lugar muito abençoado. Gileade era uma cidade famosa pela destreza, força e saúde dos seus filhos.
• Era um homem corajoso e valente. Um grande guereiro.
• Tinha um excelente potencial de liderança. Em qualquer situação sua liderança destacava.
• Servia a Deus com muita seriedade. Era valoroso, homem de palavra. Manteve sua palavra em sacrificar sua filha.
Muitas vezes estamos num ambiente assim abençoado, onde a balsamo de Deus. A um grande potencial de liderança, há sinceridade, disposição como era a situação de Jefté. Porém, era filho de uma prostituta. Esse grande porém em sua vida foi onde todo o seu potencial se descompesou.
Jefté estava debaixo de um terrível legado de rejeição e imoralidade. Um homem maldito e discriminado. Era literalmente a expressão da vergonha do pecado de seu pai. Era filho de um adultério. Satanás esfaqueava constantemente com esta dolorosa realidade.
Rejeitado pelos irmãos
Juizes 11:2 - Também a mulher de Gileade lhe deu filhos, e, sendo os filhos desta mulher já grandes, expulsaram a Jefté, e lhe disseram: Não herdarás na casa de nosso pai, porque és filho de outra mulher.
Ele foi deserdado, expulso de casa sem direito a herança. Foi expulso da cidade. Jefté alimentava um sentimento de rejeição no seu interior. “Jefté disse aos anciãos de Gileade: Porventura não me odiastes a mim, e não me expulsastes da casa de meu pai?´(v.7)
A indiferença do Pai
• Gileade parece não faze nada para resolver uma situação que na verdade foi ele quem criou.
• Enquanto Jefté sentia sofrias as conseqüências seu pai não fazia nada.
• Quando seus irmãos o deserdaram Gileade não fez nada
• Quando era agredido por ser tachado de filho de prostituta, seu pai nada fazia.
• Quando os anciões da cidadeo expulsaram de sua própria casa, o pai nada fez.
Seu problema maior não foi ser expulso e deserdado pelos irmãos, mas o abandono do pai.
A vergonha da mãe
Sua mãe era uma postituta, uma mulher vil e discriminada pela sociedade. A vergonha o atormantava.
O abandono do lar
Juizes 11:3 - Então Jefté fugiu de diante de seus irmãos,
Aqui Jefté corresponde a rejeição, não suportando o impacto da dor emocional, ele abandonou o seu lar fugindo de casa. Porém, apesar de ter saído da situação, levou consigo uma pesada bagagem de muitas pedradas recebidas. Ele carregava dentro de si uma ferida, sua alma estava esburacada pela rejeição.
A marginalização: a maldição do filho bastardo
Juizes 11:3 - e habitou na terra de Tobe; e homens levianos se ajuntaram a Jefté, e saíam com ele.
Machucado e desprotegido espiritualmente, ele mesmo se marginalizou, confirmando seus sentimentos de rejeição. “A terra de Tobe” um ambiente de orfandade. Esse é um lugar de muitos traumas e feridas. Tobe é rua para onde muitos vai fugindo do lar que se tornou uma ameaça
Deuteronômio 23:2 – Nenhum bastardo entrará na congregação do SENHOR; nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do SENHOR.
Uma aliança (casamento) tem o poder de congregar, proteger, e abençoar as pessoas em todas as condições de existência.
Em contra partida, toda afronta contra o princípio da aliança dispersa as pessoas. Expulsando do meio onde deveriam estar protegidas. Benção e maldição são situações inteiramente ligadas com o princípios da aliança. Os filhos bastardos são gerados na lascívia e não no amor. Na verdade esta inocente criança passa a ser a péssima notícia. Para muitos ele é até visto como o castigo de Deus, e a vergonha da família.
Tentativas de esconder a gravidez, iniciativas de aborto, palavras de maldição ditas contra a situação e o filho indesejado, invocam um espírito de rejeição ao longo de sua vida parasitando a sua auto-estima. Vê a si mesmo como o patinho feio e com uma dificuldade constante de se ajustar em qualquer ambiente.
Apesar de muitos pais adotivos criarem o filho com todo amor e disciplina, eles apresentam uma postura de rebelião e segregamento. Estão debaixo ainda do legado dos pais biológicos. Quando a maldição é quebrada a pessoa sente-se parte da igreja e se encaixa nela.
Jefté tornou-se um líder muito zeloso, porém ferido, isso corrompeu seu conhecimento de Deus, o que se evidencia quando ele empenha a vida da própria filha num voto a Deus. Armadilhas e retaliações sempre acontecem à sombra de fortalezas espirituais internas ou brechas. Quando uma pessoa mantém uma ferida aberta em sua vida, as coisas tornam-se muito mais fáceis para o inimigo. As feridas da alma debilitam a pessoa tornando-a uma presa fácil. Qualquer oportunidade que nos leva a ignorar conflitos não resolvidos é potencialmente perigoso.
A posição de liderança sem a genuína autoridade patente que vem do alto implica a dinâmica de um sonho que vira pesadelo. O conflito não resolvido de hoje é a crise de amanhã. Jefté como líder de sua cidade estava por de trás dessa situação? Independentemente foi algo muito perigoso. Um homem ferido e marginalizado de um momento para o outro, torna-se o líder da cidade.
Assumir uma posição de liderança sem estar totalmente curado é uma das mais terríveis armadilhas, em que um líder pode cair. Essa bajulação em forma de “amor” que ignora a integridade moral e um verdadeiro quebrantamento da pessoa é uma autentica cilada.
Os anciões de Gileade precisavam de um testa de ferro, e Jefte queria estar por cima daqueles que o rejeitaram. Estava pronto para a negociar qualquer coisa por uma situação como essa. Aqui estava sua oportunidade de compensar sua inferioridade perante a sua família e sociedade.
Inspirado por essa dor de ser um renegado, ele liderou o exército de Israel na guerra. Na verdade estava mais vulnerável do que podia perceber. Não vamos ajudar uma pessoa ferida dando presentes, cargos, posições elogios.
Juizes 11:9-10 - Então Jefté disse aos anciãos de Gileade: Se me levardes de volta para combater contra os filhos de Amom, e o SENHOR mos der diante de mim, então eu vos serei por chefe? E disseram os anciãos de Gileade a Jefté: O SENHOR será testemunha entre nós, e assim o faremos conforme a tua palavra.
Jefté mal podia se conter pensando nessa virada de mesa. Tinha tanta necessidade de se auto-afirmar perante seus rejeitadores que negociou com Deus a ponto de expor sua própria família. Aquela oportunidade pareceu um sonho. Não podia perdê-la. Só que isto pode durar apenas algum tempo. Algumas vezes eu já vi lideres que se recusam a parar, tentam justificar sua insistência com alguns resultados, mas estão sendo cevados para um golpe mortal. Muitos escândalos e perdas irreparáveis.
Jefté ganhou a guerra mas perdeu sua filha, arruinou seu lar e extinguiu sua linhagem. Nenhum tipo de vitória compensa a destruição familiar. O momento que estava vivendo Israel era de inconstância espiritual e falta de zelo para com Deus. A nação se consertava e logo após se desviava de Deus. Jefté entrou numa batalha sem cobertura nenhuma, a própria forma como os lideres negociaram com Jefte mostrava que a nação estava sem nenhum teto espiritual.
Quem era o exercito inimigo?
Os amonitas. Quem eram os amnitas? Eram uns dos piores inimigos de Israel. Conhecer o inimigo gera informação que podem fazer a diferença entre a vitória e a derrota. Quando você identifica o inimigo, você pode discernir não só o tipo de tarefa que ele desempenha, como suas estratégias no ataque.
Amon e Moabe eram filhos de Ló, com suas filhas (Gêneses 19:24-38). Eram filhos bastardos frutos de um incesto. Tornaram-se revoltados e avesso a salvação. Podemos identificar o principado demoníaco de Amon com perversão sexual. O mesmo inimingo que agia em Jefté.
Com isso Jefté estava vulnerável em lutar contra o inimigo. Você não pode enfrentar uma situação que te domina. Ló, o pai dos amonitas, havia perdido tudo. Estava conhendo o fruto da sua cobiça. (Jordão). A familia foi contaminada pelo espírito de Sodoma, a mulher deixou seu coração em Sodama, suas filhas perderam a moral e respeito pelo seu pai. Esta é uma historia de ruína e miséria famiiar. Essa foi a herança de Amon e Moabe.
GIDEÃO FOI UM GUERREIRO PRUDENTE
Tinha discernimento do inimigo
Gideão estava malhando trigo no lagar ....
Tinha conhecimento e discernimento dos grande feitos de Deus.
O que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram ...
Tinha discernimento das suas limitações
Vai nessa sua força ... Ai Senhor como que livrarei a Israel? Eis que meu milheiros é o mais pobre ...
Tinha discernimento da sua família
Então Gideão edificaou um altar ao Senhor e lhe chamou, o Senhor é paz. E aconteceu naquela noite pegou o boi de seu pai ... (Gideão levantou um altar da família) (consagrou os negócios de seu pai a Deus).
Tinha discernimento da natureza da batalha
Derrubou o altar construído a Baal ... (A luta era espiritual, quebrou a legalidade, aquilo que alimentava e fortalecia o demônio na vida de sua família. Quebrou as consagrações feita as demônios).
Tinha discernimento da vontade de Deus
Fez prova de Deus com o novelo de lá ...
Tinha discernimento das estratégias de Deus
Com trezentos homens apenas contra 130.000 saldados bem ar mandos. Com uma tocha de fogo e um cântaro se seria quebrado (quebrantamento) recebeu a vitória do Senhor.
CONCLUSÃO: Jefté foi um homem que cresceu e viveu debaixo de um terrível legado de maldição. Foi ferido em sua identidade. Discriminado pelos irmãos, vitima da indiferença do pai e da vulgaridade da mãe.O filho da prostituta foi combater o filho do incesto e o resultado foi trágico. Tornou-se vitima do seu próprio potencial. Gideão entrou na batalha com discernimento. Foi um homem sarado que soube intervir, quebrando o jugo de Baal sobre a sua família e nação. Foi levantado com Jerubaal (aquele que confronta e atropela Baal). Foi um homem conhecido por Deus e no inferno.
terça-feira, 29 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Busca de Satisfação na Vida
Você já tentou pegar a fumaça do escapamento de um carro ou ônibus? Parece bem substancial, mas quando você tenta agarrá-la, percebe-se que não apanhou nada. A vida é assim. Parece impressionante, mas quando você pára e a analisa, não há nada durável ou satisfatório nela. É vazia. È o que podemos falar de viver de futilidade e aparência.
O livro de Eclesiastes registra a busca de Salomão por significado e propósito na vida. Ele buscava valor real em diferentes áreas, mas o resultado final era deprimente. "Vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade" (1:2). "Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol" (2:11). Ele achava a vida vazia e sem significado. Ele disse que era como caçar o vento: nunca se consegue pegá-lo. Estaremos constantemente frustrados se procurarmos ganhar algo na vida que não está nela. Quando reconhecemos que a vida é vazia, somos libertados para buscar seu verdadeiro significado fora desta existência temporal, e então encontramos o significado e propósito verdadeiro.
Eclesiastes contém quatro pensamentos básicos:
A busca do Pregador por valor real na vida; ele concluiu que tudo é vaidade. Razões para as frustrações na vida.
Alguns modos melhores para viver a vida apesar dela ser vazia.
A única satisfação que há para um homem. Este artigo estudará os pontos 1, 2 e 4.
O escritor buscou significado em muitas áreas.
Ele tentou a sabedoria: "Disse comigo: eis que me engrandeci e sobrepujei em sabedoria a todos os que antes de mim existiram em Jerusalém; com efeito, o meu coração tem tido larga experiência da sabedoria e do conhecimento. Apliquei o coração a conhecer a sabedoria e a saber o que é loucura e o que é estultícia; e vim a saber que também isto é correr atrás do vento. Porque na muita sabedoria há muito enfado; e quem aumenta ciência aumenta tristeza" (1:16-18). Com o aumento da sabedoria veio o aumento da dor, porque maior percepção do mundo leva a maior frustração com as coisas tortas do mundo que não podem ser retificadas. Ele buscou prazer: "Disse comigo: vamos! Eu te provarei com a alegria; goza, pois, a felicidade; mas também isso era vaidade. Do riso disse: é loucura; e da alegria: de que serve?" (2:1-2).
Ele procurou significado no uso moderado de álcool: "Resolvi no meu coração dar-me ao vinho, regendo-me, contudo, pela sabedoria, e entregar-me à loucura, até ver o que melhor seria que fizessem os filhos dos homens debaixo do céu, durante os poucos dias da sua vida" (2:3).
Ele tentou satisfazer-se com grandes realizações: "Empreendi grandes obras; edifiquei para mim casas; plantei para mim vinhas. Fiz jardins e pomares para mim e nestes plantei árvores frutíferas de toda espécie. Fiz para mim açudes, para regar com eles o bosque em que reverdeciam as árvores" (2:4-6).
Ele comprou escravos: "Comprei servos e servas e tive servos nascidos em casa" (2:7).
Ele acumulou grande riqueza: "Também possuí bois e ovelhas, mais do que possuíram todos os que antes de mim viveram em Jerusalém. Amontoei também para mim prata e ouro e tesouros de reis e de províncias" (2:7-8).
Ele buscou divertimento e prazer sexual: "Provi-me de cantores e cantoras e das delícias dos filhos dos homens: mulheres e mulheres" (2:8).
Ele também observou o resultado da busca por popularidade (veja 4:13-16). Depois dessa análise detalhada, qual foi a conclusão final? "Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol" (2:11). Não havia satisfação em nenhuma destas buscas.
Razões para as Frustrações na Vida
Há boas razões pelas quais a vida é inerentemente insatisfatória, não importa quão bem sucedidas nossas buscas possam ser.
Nenhuma realização. Nada realmente acontece na vida. Há uma infindável e cansativa sucessão de acontecimentos, mas não há resultado. Essa monotonia é bem ilustrada pelos ciclos naturais na terra (1:3-7). O sol se levanta, põe-se, e levanta-se novamente. Muita atividade, nenhuma mudança. O vento sopra para o norte, sopra para o sul, e sopra para o norte novamente. Muito movimento, nenhuma realização. Os rios correm para o mar, e correm para o mar, e correm para o mar. Estão em constante movimento mas jamais se esvaziam e o mar jamais se enche.
Não se pode mudar nada. Nunca se consegue, realmente, fazer muita diferença. As coisas vão acontecer quando acontecerem e pouco haverá que se possa fazer para mudar isso. Este é o ponto do Pregador em 3:1-8 quando ele discute como há um tempo para tudo (veja também 3:14 e 8:8). Há muitas coisas importantes sobre as quais não temos, absolutamente, nenhum domínio: o clima, as condições econômicas, a guerra, a doença, a morte, etc. É frustrante estar à mercê de forças externas.
Não se pode prever nada. "Porque este não sabe o que há de suceder; e, como há de ser, ninguém há que lho declare" (8:7). Há tantas incertezas, tantas perguntas sem respostas na vida. Podemos nos juntar a Jó ao perguntar por quê, e acompanhá-lo no passar de muitos dias agonizantes sem nenhuma resposta.
O mesmo destino para todos. A mesma coisa acontece aos homens bons e aos perversos. "Este é o mal que há em tudo quanto se faz debaixo do sol: a todos sucede o mesmo" (9:1-3). A morte é muito democrática; há uma para todos. Quanto a esta vida, a mesma coisa que acontece conosco acontece aos animais: morremos e nossa carne apodrece (3:18-21). Se a vida atual fosse tudo o que há, nosso fim seria exatamente igual ao dos animais. Que deprimente!
O acaso governa. "Vi ainda debaixo do sol que não é dos ligeiros o prêmio, nem dos valentes, a vitória, nem tampouco dos sábios, o pão, nem ainda dos prudentes, a riqueza, nem dos inteligentes, o favor; porém tudo depende do tempo e do acaso" (9:11). O sucesso não está sob o nosso comando. O melhor sujeito nem sempre ganha. Às vezes a vitória é apenas uma questão de sorte.
Nenhuma retenção. Aqui nada é durável. Poucos anos depois que morrermos ninguém se lembrará de nós nem se importará conosco. Nosso legado será passado para alguém que não trabalhou por ele e que, conseqüentemente, não o apreciará nem usará como nós o faríamos. "Pois, tanto do sábio como do estulto, a memória não durará para sempre; pois, passados alguns dias, tudo cai no esquecimento. Ah! Morre o sábio, e da mesma sorte, o estulto! ... Também aborreci todo o meu trabalho, com que me afadiguei debaixo do sol, visto que o seu ganho eu havia de deixar a quem viesse depois de mim. E quem pode dizer se será sábio ou estulto? Contudo, ele terá domínio sobre todo o ganho das minhas fadigas e sabedoria debaixo do sol; também isto é vaidade" (2:16, 18-19). O empenho humano não pode ser recordado, retido ou passado a outro.
Nenhuma satisfação. As pessoas freqüentemente pensam, "Se tivéssemos mais um pouco, poderíamos ser felizes." Assim conseguem um pouco mais; porém, ainda estão infelizes. As coisas desta vida nunca satisfazem; nosso vazio sempre fica mais e mais profundo. "Todo trabalho do homem é para a sua boca; e , contudo, nunca se satisfaz o seu apetite" (6:7).
Injustiça. A vida não é justa. Quem consegue o emprego ou a promoção? Muitas vezes é a pessoa que menos merece. Geralmente é preciso menos esforço para criar um problema do que para resolvê-lo. "Qual a mosca morta faz o ungüento do perfumador exalar mau cheiro, assim é para a sabedoria e a honra um pouco de estultícia" (10:1).
Velhice. Eclesiastes 12:2-8 registra uma descrição poética do envelhecimento. Em termos pitorescos, as fraquezas da velhice são descritas: as mãos trêmulas, a postura encurvada, os dentes perdidos, a visão diminuída, a audição debilitada, o sono intermitente, a voz áspera, o cabelo encanecido, o andar desajeitado, etc. Assim, se não morrermos antes, estaremos todos destinados a esse estado débil. Que deprimente!
A Verdadeira Satisfação na Vida
Necessitamos dessa mensagem. É má notícia. Mas precisamos receber as más notícias para procurarmos a cura. Podemos menosprezar o fato da vida ser vazia, podemos ocupar-nos em atividades frenéticas, podemos trombetear em alto som que estamos felizes e satisfeitos, mas não podemos escapar. Buscando sombras incontáveis ficamos cada vez mais vazios. Somente quando reconhecermos a total futilidade de todos os esforços nesta vida, nos voltaremos para aquele que pode dar o significado e a satisfação que buscamos. A vida realmente tem significado, propósito e valor quando nossa meta é servir a Deus. "De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más" (12:13-14). Há um espaço em nossa alma que somente Deus pode ocupar, e nunca estaremos em paz até que permitamos que ele a preencha.
Esta é a mensagem de Eclesiastes. A vida é vazia, a menos que façamos de Deus nossa vida. Ele é a única meta adequada de nossa existência. Sem ele descemos no vazio e no desespero, apesar de todos os esforços para nos enchermos com o mundo. "Vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade" (1:2).
-por Gary Fisher
O livro de Eclesiastes registra a busca de Salomão por significado e propósito na vida. Ele buscava valor real em diferentes áreas, mas o resultado final era deprimente. "Vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade" (1:2). "Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol" (2:11). Ele achava a vida vazia e sem significado. Ele disse que era como caçar o vento: nunca se consegue pegá-lo. Estaremos constantemente frustrados se procurarmos ganhar algo na vida que não está nela. Quando reconhecemos que a vida é vazia, somos libertados para buscar seu verdadeiro significado fora desta existência temporal, e então encontramos o significado e propósito verdadeiro.
Eclesiastes contém quatro pensamentos básicos:
A busca do Pregador por valor real na vida; ele concluiu que tudo é vaidade. Razões para as frustrações na vida.
Alguns modos melhores para viver a vida apesar dela ser vazia.
A única satisfação que há para um homem. Este artigo estudará os pontos 1, 2 e 4.
O escritor buscou significado em muitas áreas.
Ele tentou a sabedoria: "Disse comigo: eis que me engrandeci e sobrepujei em sabedoria a todos os que antes de mim existiram em Jerusalém; com efeito, o meu coração tem tido larga experiência da sabedoria e do conhecimento. Apliquei o coração a conhecer a sabedoria e a saber o que é loucura e o que é estultícia; e vim a saber que também isto é correr atrás do vento. Porque na muita sabedoria há muito enfado; e quem aumenta ciência aumenta tristeza" (1:16-18). Com o aumento da sabedoria veio o aumento da dor, porque maior percepção do mundo leva a maior frustração com as coisas tortas do mundo que não podem ser retificadas. Ele buscou prazer: "Disse comigo: vamos! Eu te provarei com a alegria; goza, pois, a felicidade; mas também isso era vaidade. Do riso disse: é loucura; e da alegria: de que serve?" (2:1-2).
Ele procurou significado no uso moderado de álcool: "Resolvi no meu coração dar-me ao vinho, regendo-me, contudo, pela sabedoria, e entregar-me à loucura, até ver o que melhor seria que fizessem os filhos dos homens debaixo do céu, durante os poucos dias da sua vida" (2:3).
Ele tentou satisfazer-se com grandes realizações: "Empreendi grandes obras; edifiquei para mim casas; plantei para mim vinhas. Fiz jardins e pomares para mim e nestes plantei árvores frutíferas de toda espécie. Fiz para mim açudes, para regar com eles o bosque em que reverdeciam as árvores" (2:4-6).
Ele comprou escravos: "Comprei servos e servas e tive servos nascidos em casa" (2:7).
Ele acumulou grande riqueza: "Também possuí bois e ovelhas, mais do que possuíram todos os que antes de mim viveram em Jerusalém. Amontoei também para mim prata e ouro e tesouros de reis e de províncias" (2:7-8).
Ele buscou divertimento e prazer sexual: "Provi-me de cantores e cantoras e das delícias dos filhos dos homens: mulheres e mulheres" (2:8).
Ele também observou o resultado da busca por popularidade (veja 4:13-16). Depois dessa análise detalhada, qual foi a conclusão final? "Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol" (2:11). Não havia satisfação em nenhuma destas buscas.
Razões para as Frustrações na Vida
Há boas razões pelas quais a vida é inerentemente insatisfatória, não importa quão bem sucedidas nossas buscas possam ser.
Nenhuma realização. Nada realmente acontece na vida. Há uma infindável e cansativa sucessão de acontecimentos, mas não há resultado. Essa monotonia é bem ilustrada pelos ciclos naturais na terra (1:3-7). O sol se levanta, põe-se, e levanta-se novamente. Muita atividade, nenhuma mudança. O vento sopra para o norte, sopra para o sul, e sopra para o norte novamente. Muito movimento, nenhuma realização. Os rios correm para o mar, e correm para o mar, e correm para o mar. Estão em constante movimento mas jamais se esvaziam e o mar jamais se enche.
Não se pode mudar nada. Nunca se consegue, realmente, fazer muita diferença. As coisas vão acontecer quando acontecerem e pouco haverá que se possa fazer para mudar isso. Este é o ponto do Pregador em 3:1-8 quando ele discute como há um tempo para tudo (veja também 3:14 e 8:8). Há muitas coisas importantes sobre as quais não temos, absolutamente, nenhum domínio: o clima, as condições econômicas, a guerra, a doença, a morte, etc. É frustrante estar à mercê de forças externas.
Não se pode prever nada. "Porque este não sabe o que há de suceder; e, como há de ser, ninguém há que lho declare" (8:7). Há tantas incertezas, tantas perguntas sem respostas na vida. Podemos nos juntar a Jó ao perguntar por quê, e acompanhá-lo no passar de muitos dias agonizantes sem nenhuma resposta.
O mesmo destino para todos. A mesma coisa acontece aos homens bons e aos perversos. "Este é o mal que há em tudo quanto se faz debaixo do sol: a todos sucede o mesmo" (9:1-3). A morte é muito democrática; há uma para todos. Quanto a esta vida, a mesma coisa que acontece conosco acontece aos animais: morremos e nossa carne apodrece (3:18-21). Se a vida atual fosse tudo o que há, nosso fim seria exatamente igual ao dos animais. Que deprimente!
O acaso governa. "Vi ainda debaixo do sol que não é dos ligeiros o prêmio, nem dos valentes, a vitória, nem tampouco dos sábios, o pão, nem ainda dos prudentes, a riqueza, nem dos inteligentes, o favor; porém tudo depende do tempo e do acaso" (9:11). O sucesso não está sob o nosso comando. O melhor sujeito nem sempre ganha. Às vezes a vitória é apenas uma questão de sorte.
Nenhuma retenção. Aqui nada é durável. Poucos anos depois que morrermos ninguém se lembrará de nós nem se importará conosco. Nosso legado será passado para alguém que não trabalhou por ele e que, conseqüentemente, não o apreciará nem usará como nós o faríamos. "Pois, tanto do sábio como do estulto, a memória não durará para sempre; pois, passados alguns dias, tudo cai no esquecimento. Ah! Morre o sábio, e da mesma sorte, o estulto! ... Também aborreci todo o meu trabalho, com que me afadiguei debaixo do sol, visto que o seu ganho eu havia de deixar a quem viesse depois de mim. E quem pode dizer se será sábio ou estulto? Contudo, ele terá domínio sobre todo o ganho das minhas fadigas e sabedoria debaixo do sol; também isto é vaidade" (2:16, 18-19). O empenho humano não pode ser recordado, retido ou passado a outro.
Nenhuma satisfação. As pessoas freqüentemente pensam, "Se tivéssemos mais um pouco, poderíamos ser felizes." Assim conseguem um pouco mais; porém, ainda estão infelizes. As coisas desta vida nunca satisfazem; nosso vazio sempre fica mais e mais profundo. "Todo trabalho do homem é para a sua boca; e , contudo, nunca se satisfaz o seu apetite" (6:7).
Injustiça. A vida não é justa. Quem consegue o emprego ou a promoção? Muitas vezes é a pessoa que menos merece. Geralmente é preciso menos esforço para criar um problema do que para resolvê-lo. "Qual a mosca morta faz o ungüento do perfumador exalar mau cheiro, assim é para a sabedoria e a honra um pouco de estultícia" (10:1).
Velhice. Eclesiastes 12:2-8 registra uma descrição poética do envelhecimento. Em termos pitorescos, as fraquezas da velhice são descritas: as mãos trêmulas, a postura encurvada, os dentes perdidos, a visão diminuída, a audição debilitada, o sono intermitente, a voz áspera, o cabelo encanecido, o andar desajeitado, etc. Assim, se não morrermos antes, estaremos todos destinados a esse estado débil. Que deprimente!
A Verdadeira Satisfação na Vida
Necessitamos dessa mensagem. É má notícia. Mas precisamos receber as más notícias para procurarmos a cura. Podemos menosprezar o fato da vida ser vazia, podemos ocupar-nos em atividades frenéticas, podemos trombetear em alto som que estamos felizes e satisfeitos, mas não podemos escapar. Buscando sombras incontáveis ficamos cada vez mais vazios. Somente quando reconhecermos a total futilidade de todos os esforços nesta vida, nos voltaremos para aquele que pode dar o significado e a satisfação que buscamos. A vida realmente tem significado, propósito e valor quando nossa meta é servir a Deus. "De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más" (12:13-14). Há um espaço em nossa alma que somente Deus pode ocupar, e nunca estaremos em paz até que permitamos que ele a preencha.
Esta é a mensagem de Eclesiastes. A vida é vazia, a menos que façamos de Deus nossa vida. Ele é a única meta adequada de nossa existência. Sem ele descemos no vazio e no desespero, apesar de todos os esforços para nos enchermos com o mundo. "Vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade" (1:2).
-por Gary Fisher
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Quando Tudo Dá Errado: O exemplo de Jó
Imagine um dia que começa como qualquer outro. Você se levanta para ir ao serviço e, chegando na firma, encontra as portas lacradas. A firma fechou, sem aviso. Você, inesperadamente, ficou desempregado. Tendo obrigações para cumprir, você decide ir ao banco para sacar dinheiro e pagar algumas contas que estão vencendo. Mas, chegando ao banco, eles dizem que sua conta foi fechada, sem explicação, e que você não tem nenhum centavo. O dia já está piorando. Você resolve voltar para casa, ainda tentando entender o que está acontecendo. Chegando perto de sua rua, você percebe vários bombeiros e ambulâncias correndo por todos os lados. Suas vizinhas estão na rua, chorando inconsolavelmente. Antes de você chegar até sua casa, um dos vizinhos chama você e fala palavras que jamais esquecerá: "Aconteceu tão rápido", ele diz, "que não foi possível salvar ninguém. A casa, de repente, explodiu. Todos que estavam dentro morreram. Eu sinto muito. Todos os seus filhos estão mortos."
Alguns dias passam. Você acorda num lugar estranho. Olhando para seu redor, percebe que está num hospital. Você está sentindo dores terríveis, e uma coceira constante. Depois de algumas horas de sofrimento, a enfermeira avisa que está na hora de visita. No seu caso, várias pessoas serão permitidas entrar para visitá-lo. A primeira pessoa que entra no quarto é sua esposa. Precisando muito de uma palavra de consolo e de explicação, você olha para ela com tanta esperança, nunca imaginando o que ela vai falar. Ela chega perto da sua cama e começa a gritar: "Eu não entendo a sua atitude", ela diz. "Sua fé não vale nada. Você confia num Deus que fez tudo isso? Amaldiçoe o nome de Deus e morra!" Com essas palavras, ela sai do quarto.
Enquanto você procura entender tudo isso, chegam alguns amigos seus. São velhos amigos, sempre prontos para ajudar. Agora será consolado! Mas, eles entram no quarto, vêem seu estado crítico e seu corpo desfigurado pela doença, e não falam nada. Ficam com a boca aberta, olhando, mas não acreditam. Depois de um longo período de silêncio, um deles fala: "Você mereceu isso. Você deve ter feito alguma maldade muito grande, e Deus está te castigando. Ele tirou todos os seu bens e matou seus filhos. Ele causou esta sua doença. Ele fez tudo isso porque você é mau!" Você começa discutir quando um dos outros concorda com o primeiro, e depois outro também concorda com eles. Não adianta discutir. Para eles, você é um detestável pecador que deve sofrer mais ainda.
De repente, algumas crianças passam no corredor. Você se anima, porque crianças sempre trazem alegria e amor. Mas, estas crianças param na porta, vêem a feiura do seu rosto e corpo, e saem correndo. "Nunca vi nada tão feio", uma delas comenta.
Tudo ficção? Jamais aconteceria uma coisa tão terrível? Modifiquei os detalhes para ajudar você, o leitor moderno, sentir na pele o que aconteceu na vida de Jó. O livro de Jó é, possivelmente, o primeiro livro bíblico escrito. Um homem fiel e abençoado por Deus perdeu, num dia só, todas as suas posses e todos os seus filhos. Logo depois, foi atacado por uma terrível enfermidade. Que bem poderia ser Aids este homem de Deus, e disse: "Amaldiçoa a Deus e morre" (Jó 2:9). Os amigos o condenaram e discutiram com ele para provar a sua culpa (a maior parte do livro relata essas discussões, começando no 2:11 e continuando até 37:24). Todos os conhecidos dele, até as crianças, o desprezaram (19:13-19).
O livro de Jó trata de um dos assuntos mais difíceis na experiência humana: como entender e lidar com o sofrimento. É um livro rico e cativante que todos os servos de Deus precisam estudar. Um dia, mais cedo ou mais tarde, ele será útil na sua vida. Neste artigo, vamos considerar algumas lições claras e importantes desse livro.
Pessoas boas sofrem
Talvez o ponto principal do livro é o simples fato que pessoas fiéis a Deus ainda sofrem nesta vida. O primeiro versículo do livro já define, do ponto de vista de Deus (veja, também, Jó 1:8) o caráter de Jó: "Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal." Enquanto entendemos que o sofrimento entrou no mundo por causa do pecado (Gênesis 3:16-19), aprendemos em vários trechos bíblicos que a dor e a tristeza atingem as pessoas boas e dedicadas. Jó, um homem íntegro, sofreu imensamente. Paulo, um servo dedicado ao Senhor, sofreu muito mais do que a grande maioria dos ímpios (2 Coríntios 11:23-27). Mesmo quando ele pediu a Deus, querendo alívio de algum problema, Deus recusou seu pedido (2 Coríntios 12:7-9). Mas, não devemos estranhar com isso, pois o próprio Filho de Deus sofreu na carne (Hebreus 2:9-10,18). Os que servem a ele sofrem, também.
O diabo quer nos derrubar com nosso sofrimento
O propósito de Satanás fica bem claro nos primeiros dois capítulos de Jó. Ele vê o sofrimento como uma grande oportunidade para derrubar a fé dos servos de Deus. Ele aceitou o desafio de tentar destruir a fé de um dos homens mais idôneos do mundo. Depois, ele foi tão ousado que desafiou o próprio Jesus, usando todas as tentações imagináveis para o vencer (Mateus 4:1-11). O diabo entende muito sobre a natureza humana. Ele sabe que pessoas que servem a Deus fielmente quando tudo vai bem na vida podem ser tentadas por meio de alguma calamidade pessoal. Problemas financeiros, a morte de um ente querido, alguma doença grave -- tais sofrimentos na vida são, freqüentemente, o motivo de abandonar a Cristo. Enquanto a mulher de Jó não prevaleceu na vida do próprio marido, o conselho dela (Jó 2:9) vem derrubando a fé de muitas outras pessoas que enfrentam dificuldades na vida. Jó não sabia a fonte de seu sofrimento (capítulos 1 e 2 contam a história para nós, mas ele não sabia de tudo que estava acontecendo entre Deus e Satanás). Às vezes, nós não temos noção da fonte das nossas dificuldades. Mas, podemos ter certeza que o diabo está torcendo para que tropecemos e afastemos de Deus.
Amigos nem sempre ajudam
Três amigos de Jó ficaram sabendo de seu sofrimento, "e combinaram ir juntamente condoer-se dele e consolá-lo" (Jó 2:11). Mas as palavras deles não ajudaram. Ofereceram explicações baseadas nas opiniões deles, e não na verdade que vem de Deus. Onde Deus não tinha falado, eles ousaram de falar. O resultado não foi consolo e ajuda, e sim perturbação e desânimo. A mesma coisa acontece hoje. Quando alguém sofre de um problema de saúde, outras pessoas tendem falar sobre algum caso triste de alguém que teve a mesma doença e morreu. Quando uma pessoa amada morre, muitas pessoas procuram confortar a família com palavras insensatas e até mentirosas. É melhor falar umas poucas palavras com compaixão do que falar muito e entristecer a pessoa mais ainda. Quando sofremos perda, é melhor procurar conselho na palavra de Deus e da boca de pessoas que a conhecem e que vivem segundo a vontade do Senhor.
Deus não explica tudo
Quando sofremos, é natural perguntar: "Por quê?". Jó fez isso (Jó 3:24). Habacuque fez a mesma coisa (Habacuque 1:3). Milhões de outras pessoas têm feito a mesma pergunta. É interessante e importante observar que Deus não responde a todas as nossas perguntas. Pode ler o livro de Jó do começo ao fim, e não encontrará uma resposta completa de Deus à pergunta do sofredor. Durante a boa parte da história, Deus deixou Jó e seus amigos a ponderar o problema. Quando o Senhor falou no fim do livro, ele não explicou o porquê. A partir do capítulo 38, Deus afrima que o homem, como mera criatura, não é capaz de entender muitas das coisas de Deus, e não é digno de questionar a sabedoria divina. Jó entendeu a correção de Deus, e respondeu humildemente:"Sou indigno; que te responderia eu? Ponho a mão na minha boca. Uma vez falei e não replicarei, aliás, duas vezes, porém não prosseguirei" (Jó 40:4-5). Jó pediu desculpas a Deus por ter duvidado da justiça e da bondade do Criador: "Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia....Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza" (Jó 42:3,6).
Depois do sofrimento, vêm as bênçãos
O sofrimento desta vida é temporário. O sofrimento de Jó foi intenso, mas não durou para sempre. É bem provável que ele lembrou, durante o resto da vida, daquelas experiências doloridas. Mas a crise passou, e a vida continuou. Deus restaurou as posses dele em porções dobradas. A mesma coisa acontece conosco. Enfrentamos alguns dias muito difíceis, mas as tempestades passam e a vida continua. Vivendo na época da nova aliança de Cristo, nós temos uma grande vantagem. Temos uma esperança bem definida de uma recompensa eterna no céu (Hebreus 11:13-16,39-40; 12:1-3; 13:14). Qualquer sofrimento é pequeno quando o colocamos no contexto da eternidade.
Fiéis no sofrimento
Nós vamos sofrer nesta vida. Pessoas que dizem que os filhos de Deus não sofrem são falsos mestres que ou não conhecem ou não aceitam a palavra do Senhor. Jó perdeu tudo. Jeremias foi preso. João Batista foi decapitado. Jesus foi crucificado. Estêvão foi apedrejado. Paulo sofreu naufrágio e prisões. Você, também, vai sofrer. Os problemas da vida não sugerem falta de fé, e não são provas de algum terrível pecado na sua vida. Às vezes, as provações vêm como disciplina de Deus (Hebreus 12:6-13); às vezes, não. Mas sempre são oportunidades para crescer (Tiago 1:2-4), e convites para adorar a Deus (Tiago 5:13; Jó 1:20).
Alguns dias passam. Você acorda num lugar estranho. Olhando para seu redor, percebe que está num hospital. Você está sentindo dores terríveis, e uma coceira constante. Depois de algumas horas de sofrimento, a enfermeira avisa que está na hora de visita. No seu caso, várias pessoas serão permitidas entrar para visitá-lo. A primeira pessoa que entra no quarto é sua esposa. Precisando muito de uma palavra de consolo e de explicação, você olha para ela com tanta esperança, nunca imaginando o que ela vai falar. Ela chega perto da sua cama e começa a gritar: "Eu não entendo a sua atitude", ela diz. "Sua fé não vale nada. Você confia num Deus que fez tudo isso? Amaldiçoe o nome de Deus e morra!" Com essas palavras, ela sai do quarto.
Enquanto você procura entender tudo isso, chegam alguns amigos seus. São velhos amigos, sempre prontos para ajudar. Agora será consolado! Mas, eles entram no quarto, vêem seu estado crítico e seu corpo desfigurado pela doença, e não falam nada. Ficam com a boca aberta, olhando, mas não acreditam. Depois de um longo período de silêncio, um deles fala: "Você mereceu isso. Você deve ter feito alguma maldade muito grande, e Deus está te castigando. Ele tirou todos os seu bens e matou seus filhos. Ele causou esta sua doença. Ele fez tudo isso porque você é mau!" Você começa discutir quando um dos outros concorda com o primeiro, e depois outro também concorda com eles. Não adianta discutir. Para eles, você é um detestável pecador que deve sofrer mais ainda.
De repente, algumas crianças passam no corredor. Você se anima, porque crianças sempre trazem alegria e amor. Mas, estas crianças param na porta, vêem a feiura do seu rosto e corpo, e saem correndo. "Nunca vi nada tão feio", uma delas comenta.
Tudo ficção? Jamais aconteceria uma coisa tão terrível? Modifiquei os detalhes para ajudar você, o leitor moderno, sentir na pele o que aconteceu na vida de Jó. O livro de Jó é, possivelmente, o primeiro livro bíblico escrito. Um homem fiel e abençoado por Deus perdeu, num dia só, todas as suas posses e todos os seus filhos. Logo depois, foi atacado por uma terrível enfermidade. Que bem poderia ser Aids este homem de Deus, e disse: "Amaldiçoa a Deus e morre" (Jó 2:9). Os amigos o condenaram e discutiram com ele para provar a sua culpa (a maior parte do livro relata essas discussões, começando no 2:11 e continuando até 37:24). Todos os conhecidos dele, até as crianças, o desprezaram (19:13-19).
O livro de Jó trata de um dos assuntos mais difíceis na experiência humana: como entender e lidar com o sofrimento. É um livro rico e cativante que todos os servos de Deus precisam estudar. Um dia, mais cedo ou mais tarde, ele será útil na sua vida. Neste artigo, vamos considerar algumas lições claras e importantes desse livro.
Pessoas boas sofrem
Talvez o ponto principal do livro é o simples fato que pessoas fiéis a Deus ainda sofrem nesta vida. O primeiro versículo do livro já define, do ponto de vista de Deus (veja, também, Jó 1:8) o caráter de Jó: "Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal." Enquanto entendemos que o sofrimento entrou no mundo por causa do pecado (Gênesis 3:16-19), aprendemos em vários trechos bíblicos que a dor e a tristeza atingem as pessoas boas e dedicadas. Jó, um homem íntegro, sofreu imensamente. Paulo, um servo dedicado ao Senhor, sofreu muito mais do que a grande maioria dos ímpios (2 Coríntios 11:23-27). Mesmo quando ele pediu a Deus, querendo alívio de algum problema, Deus recusou seu pedido (2 Coríntios 12:7-9). Mas, não devemos estranhar com isso, pois o próprio Filho de Deus sofreu na carne (Hebreus 2:9-10,18). Os que servem a ele sofrem, também.
O diabo quer nos derrubar com nosso sofrimento
O propósito de Satanás fica bem claro nos primeiros dois capítulos de Jó. Ele vê o sofrimento como uma grande oportunidade para derrubar a fé dos servos de Deus. Ele aceitou o desafio de tentar destruir a fé de um dos homens mais idôneos do mundo. Depois, ele foi tão ousado que desafiou o próprio Jesus, usando todas as tentações imagináveis para o vencer (Mateus 4:1-11). O diabo entende muito sobre a natureza humana. Ele sabe que pessoas que servem a Deus fielmente quando tudo vai bem na vida podem ser tentadas por meio de alguma calamidade pessoal. Problemas financeiros, a morte de um ente querido, alguma doença grave -- tais sofrimentos na vida são, freqüentemente, o motivo de abandonar a Cristo. Enquanto a mulher de Jó não prevaleceu na vida do próprio marido, o conselho dela (Jó 2:9) vem derrubando a fé de muitas outras pessoas que enfrentam dificuldades na vida. Jó não sabia a fonte de seu sofrimento (capítulos 1 e 2 contam a história para nós, mas ele não sabia de tudo que estava acontecendo entre Deus e Satanás). Às vezes, nós não temos noção da fonte das nossas dificuldades. Mas, podemos ter certeza que o diabo está torcendo para que tropecemos e afastemos de Deus.
Amigos nem sempre ajudam
Três amigos de Jó ficaram sabendo de seu sofrimento, "e combinaram ir juntamente condoer-se dele e consolá-lo" (Jó 2:11). Mas as palavras deles não ajudaram. Ofereceram explicações baseadas nas opiniões deles, e não na verdade que vem de Deus. Onde Deus não tinha falado, eles ousaram de falar. O resultado não foi consolo e ajuda, e sim perturbação e desânimo. A mesma coisa acontece hoje. Quando alguém sofre de um problema de saúde, outras pessoas tendem falar sobre algum caso triste de alguém que teve a mesma doença e morreu. Quando uma pessoa amada morre, muitas pessoas procuram confortar a família com palavras insensatas e até mentirosas. É melhor falar umas poucas palavras com compaixão do que falar muito e entristecer a pessoa mais ainda. Quando sofremos perda, é melhor procurar conselho na palavra de Deus e da boca de pessoas que a conhecem e que vivem segundo a vontade do Senhor.
Deus não explica tudo
Quando sofremos, é natural perguntar: "Por quê?". Jó fez isso (Jó 3:24). Habacuque fez a mesma coisa (Habacuque 1:3). Milhões de outras pessoas têm feito a mesma pergunta. É interessante e importante observar que Deus não responde a todas as nossas perguntas. Pode ler o livro de Jó do começo ao fim, e não encontrará uma resposta completa de Deus à pergunta do sofredor. Durante a boa parte da história, Deus deixou Jó e seus amigos a ponderar o problema. Quando o Senhor falou no fim do livro, ele não explicou o porquê. A partir do capítulo 38, Deus afrima que o homem, como mera criatura, não é capaz de entender muitas das coisas de Deus, e não é digno de questionar a sabedoria divina. Jó entendeu a correção de Deus, e respondeu humildemente:"Sou indigno; que te responderia eu? Ponho a mão na minha boca. Uma vez falei e não replicarei, aliás, duas vezes, porém não prosseguirei" (Jó 40:4-5). Jó pediu desculpas a Deus por ter duvidado da justiça e da bondade do Criador: "Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia....Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza" (Jó 42:3,6).
Depois do sofrimento, vêm as bênçãos
O sofrimento desta vida é temporário. O sofrimento de Jó foi intenso, mas não durou para sempre. É bem provável que ele lembrou, durante o resto da vida, daquelas experiências doloridas. Mas a crise passou, e a vida continuou. Deus restaurou as posses dele em porções dobradas. A mesma coisa acontece conosco. Enfrentamos alguns dias muito difíceis, mas as tempestades passam e a vida continua. Vivendo na época da nova aliança de Cristo, nós temos uma grande vantagem. Temos uma esperança bem definida de uma recompensa eterna no céu (Hebreus 11:13-16,39-40; 12:1-3; 13:14). Qualquer sofrimento é pequeno quando o colocamos no contexto da eternidade.
Fiéis no sofrimento
Nós vamos sofrer nesta vida. Pessoas que dizem que os filhos de Deus não sofrem são falsos mestres que ou não conhecem ou não aceitam a palavra do Senhor. Jó perdeu tudo. Jeremias foi preso. João Batista foi decapitado. Jesus foi crucificado. Estêvão foi apedrejado. Paulo sofreu naufrágio e prisões. Você, também, vai sofrer. Os problemas da vida não sugerem falta de fé, e não são provas de algum terrível pecado na sua vida. Às vezes, as provações vêm como disciplina de Deus (Hebreus 12:6-13); às vezes, não. Mas sempre são oportunidades para crescer (Tiago 1:2-4), e convites para adorar a Deus (Tiago 5:13; Jó 1:20).
Deus se importa Como pode ter certeza disso?
É Deus responsável pelos nossos problemas?
Inúmeras pessoas no mundo inteiro já se sentiram abandonados por Deus em ocasiões de necessidade. Pessoas que perguntam ‘Por quê, meu Deus?’ ” ou afirmam. “Não perdi totalmente a fé em Deus, mas ela certamente enfraqueceu.” Ou Algumas podem raciocinar assim “Deus não me deu nenhum consolo depois do que aconteceu. Não me deu nenhum sinal, não mostrou compaixão.” E podem finalizar assim “Nunca perdoarei a Deus.” Vc que já passou por uma situação conflitante nunca pensou dessa forma?
Outras pessoas ficam profundamente ressentidos com Deus ao verem o mundo à sua volta. Vêem países dominados pela pobreza e pela fome, refugiados de guerra num estado de desespero, incontáveis crianças que se tornam órfãos devido à AIDS e milhões de pessoas afligidas por outras doenças. Em vista dessas e de outras tragédias, muitos culpam a Deus pela aparente apatia dele.
No entanto, a verdade é que Deus não é culpado pelos problemas que afligem a humanidade. De fato, há motivos válidos para se crer que Deus, dentro em breve, acabará com o dano causado à família humana.
É SOMENTE natural recorrermos a Deus em busca de ajuda quando estamos em apuros. Afinal, ele “é grande e abundante em poder; seu entendimento está além de ser narrado”. (Salmo 147:5) Ele está em melhores condições de nos ajudar a lidar com os nossos problemas. Além disso, a Bíblia nos convida a ‘derramar nosso coração’ diante dele. (Salmo 62:8) Então, por que tantos têm a impressão de que Deus não responde às suas orações? Significa isso que ele não se importa?
Em vez de você culpar logo a Deus pela aparente falta de ação, procure lembrar-se do tempo em que era criança. Quando seus pais não atendiam todas as suas exigências, será que os acusava alguma vez de não o amarem? Muitas crianças fazem isso. No entanto, quando você cresceu, passou a reconhecer que o amor é demonstrado de muitas maneiras e que atender cada pedido duma criança não é realmente a coisa amorosa a fazer.
De modo similar, se Deus nem sempre atende as nossas orações como gostaríamos, isso não significa que ele não se importa conosco. A verdade é que Deus mostra sua preocupação com todos nós de muitas maneiras.
“Por meio dele temos vida”
Acima de tudo, é graças a Deus que “temos vida, e nos movemos e existimos”. (Atos 17:28) O fato de ele nos ter dado a vida certamente mostra seu interesse amoroso em nós.
Além disso, Jesus fornece o que precisamos para continuar vivos. Lemos: “Ele faz brotar capim verde para os animais e vegetação para o serviço da humanidade, a fim de que saia alimento da terra.” (Salmo 104:14) Realmente, nosso Criador faz mais do que apenas fornecer as meras necessidades da vida. Ele dá generosamente “chuvas do céu e estações frutíferas, enchendo os [nossos] corações plenamente de alimento e de bom ânimo”. — Atos 14:17.
Mesmo assim, alguns talvez se perguntem: ‘Se Deus nos ama tanto, por que permite que soframos?’ Sabe a resposta a essa pergunta?
Deve-se culpar a Deus?
Grande parte do sofrimento da humanidade é causada por ela mesma. Por exemplo, são bem conhecidos os perigos de certas atividades de alto risco. Mesmo assim, há pessoas que se envolvem em imoralidade sexual, vício de bebidas alcoólicas e de outras drogas, fumo, esportes radicais, também dirigem em alta velocidade, e se envolvem em outras coisas mais. Se tal comportamento arriscado causa sofrimento, a quem cabe a culpa? A Deus ou àquele que age imprudentemente? A Palavra inspirada por Deus diz: “Não vos deixeis desencaminhar: De Deus não se mofa. Pois, o que o homem semear, isso também ceifará.” — Gálatas 6:7.
Além disso, os humanos muitas vezes prejudicam um ao outro. Quando uma nação declara guerra, certamente a culpa pelo sofrimento resultante não cabe a Deus. Quando um criminoso ataca um concidadão, deve-se culpar a Deus por qualquer dano ou morte resultante disso? Claro que não! Quando um ditador oprime, tortura e assassina os que estão sob o seu controle, devemos culpar a Deus por isso? Seria desarrazoado pensar assim. — Eclesiastes 8:9.
Que dizer dos milhões que vivem na mais absoluta miséria ou que passam fome? Deve-se culpar a Deus? Não. O planeta que serve de lar para nós fornece alimento mais do que o suficiente para alimentar a todos. (Salmo 10:2, 3; 145:16) É a distribuição desigual da abundância provida por Deus que causa ampla fome e pobreza. E o egoísmo humano impede que esse problema seja resolvido.
No entanto, a quem cabe a culpa quando alguém adoece ou morre por causa da idade avançada? Ficaria surpreso de saber que a culpa por tudo isso não cabe a Deus? Deus não criou o homem para envelhecer e morrer.
Quando Adão e Eva, o primeiro casal humano, foram colocados no jardim do Éden, Jeová lhes ofereceu a perspectiva de vida eterna num paraíso terrestre. No entanto, é evidente que ele queria que a Terra fosse povoada por humanos que valorizassem essa herança. Por isso, ele tornou condicional a perspectiva de vida futura deles. Adão e Eva só viveriam no Paraíso enquanto continuassem sujeitos ao seu Criador amoroso. — Gênesis 2:17; 3:2, 3, 17-23.
Lamentavelmente, Adão e Eva se rebelaram. Eva preferiu escutar a Satanás, o Diabo. Ele mentiu para ela e, na realidade, disse que Deus a estava privando de algo bom. De modo que ela passou a tomar um rumo independente e tentou ser “como Deus, sabendo o que é bom e o que é mau”. Adão juntou-se a ela na rebelião. — Gênesis 3:5, 6.
Quando Adão e Eva pecaram dessa forma, mostraram que não mereciam viver para sempre. Sofreram os resultados desastrosos do pecado. Sua força e vitalidade passaram a diminuir e por fim morreram. (Gênesis 5:5) No entanto, a rebelião deles teve conseqüências muito mais graves. Nós ainda sofremos os efeitos do pecado de Adão e Eva. O apóstolo Paulo escreveu: “Por intermédio de um só homem [Adão] entrou o pecado no mundo, e a morte por intermédio do pecado, e assim a morte se espalhou a todos os homens, porque todos tinham pecado.” (Romanos 5:12) De fato, por causa da rebelião de Adão e Eva, o pecado e a morte se espalharam por toda a raça humana como uma doença maligna.
A mais forte evidência do cuidado de Deus
Significa isso que a criação humana de Deus foi permanentemente arruinada? Não; e isso nos leva à evidência mais forte de que Deus se importa conosco. A grande custo para si mesmo, Deus proveu os meios para redimir a humanidade do pecado e da morte. O preço de redenção foi a vida perfeita de Jesus, concedida voluntariamente em nosso favor. (Romanos 3:24) De modo que o apóstolo João escreveu: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” ( João 3:16) Em resultado desse notável ato de amor, temos novamente a perspectiva de viver para sempre. Paulo escreveu aos romanos: “Um só ato de justificação resulta para homens de toda sorte serem declarados justos para a vida.” — Romanos 5:18.
Podemos ter certeza de que, no tempo devido de Deus, não haverá mais sofrimento, nem morte, no planeta Terra. Em vez disso, prevalecerão as condições previstas no livro de Revelação (Apocalipse): “Eis que a tenda de Deus está com a humanidade, e ele residirá com eles e eles serão os seus povos. E o próprio Deus estará com eles. E enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.” (Revelação 21:3, 4) Você talvez diga: ‘Eu não viverei para ver esse tempo.’ No entanto, o fato é que você poderá viver. E mesmo que você morra, Deus pode ressuscitá-lo dentre os mortos. (João 5:28, 29) Esse é o propósito de Deus para nós, e é o que acontecerá. Dizer que Deus não se importa com a humanidade está longe de ser verdade!
“Chegai-vos a Deus”
É consolador saber que Deus já tomou medidas para solucionar permanentemente o problema do sofrimento humano. No entanto, o que dizer de hoje? O que podemos fazer quando uma pessoa amada morre ou nosso filho adoece? Acontece que ainda não é o tempo de Deus eliminar a doença e a morte. A Bíblia indica que teremos de esperar mais um pouco para isso acontecer. Mas Deus não nos deixou sem ajuda. O discípulo Tiago disse: “Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós.” (Tiago 4:8) De fato, nosso Criador nos convida a ter uma relação pessoal bem achegada com ele, e os que a têm nunca deixam de sentir seu apoio, mesmo nas situações mais difíceis.
Como podemos nos achegar a ele? O Rei Davi fez uma pergunta similar uns três milênios atrás, dizendo: “Ó Jeová, quem . . . residirá no teu santo monte?” (Salmo 15:1) Davi respondeu à sua própria pergunta ao dizer: “Aquele que anda sem defeito e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração. Não caluniou com a sua língua. Não fez nenhum mal ao seu companheiro.” (Salmo 15:2, 3) Em outras palavras, Jeová acolhe os que seguem o proceder rejeitado por Adão e Eva. Ele se achega aos que cumprem a Sua vontade. — Deuteronômio 6:24, 25; 1 João 5:3.
Como podemos fazer a vontade de Deus? Temos de aprender o que é “excelente e aceitável à vista de nosso Salvador, Deus”, e então decidir agir de acordo com isso. (1 Timóteo 2:3) Isto envolve assimilar conhecimento exato da Palavra de Deus, a Bíblia. (João 17:3; 2 Timóteo 3:16, 17) Envolve mais do que apenas uma leitura casual da Bíblia. Temos de imitar os judeus do primeiro século em Beréia, que ouviram a pregação de Paulo. Lemos a respeito deles: “Recebiam a palavra com o maior anelo mental, examinando cuidadosamente as Escrituras, cada dia, quanto a se estas coisas eram assim.” — Atos 17:11.
Atualmente, milhões de pessoas em todo o mundo concordam de todo o coração com o salmista, que disse: “Chegar-me a Deus é bom para mim.” (Salmo 73:28) Elas foram ajudadas a lidar com os problemas com que se confrontam agora, e têm plena confiança na esperança de viver para sempre no Paraíso na Terra. (1 Timóteo 4:8) Por que você não toma por objetivo ‘achegar-se a Deus’? De fato, temos a garantia: ‘Ele não está longe de cada um de nós.’ (Atos 17:27) Sim, Deus realmente se importa com você!
Inúmeras pessoas no mundo inteiro já se sentiram abandonados por Deus em ocasiões de necessidade. Pessoas que perguntam ‘Por quê, meu Deus?’ ” ou afirmam. “Não perdi totalmente a fé em Deus, mas ela certamente enfraqueceu.” Ou Algumas podem raciocinar assim “Deus não me deu nenhum consolo depois do que aconteceu. Não me deu nenhum sinal, não mostrou compaixão.” E podem finalizar assim “Nunca perdoarei a Deus.” Vc que já passou por uma situação conflitante nunca pensou dessa forma?
Outras pessoas ficam profundamente ressentidos com Deus ao verem o mundo à sua volta. Vêem países dominados pela pobreza e pela fome, refugiados de guerra num estado de desespero, incontáveis crianças que se tornam órfãos devido à AIDS e milhões de pessoas afligidas por outras doenças. Em vista dessas e de outras tragédias, muitos culpam a Deus pela aparente apatia dele.
No entanto, a verdade é que Deus não é culpado pelos problemas que afligem a humanidade. De fato, há motivos válidos para se crer que Deus, dentro em breve, acabará com o dano causado à família humana.
É SOMENTE natural recorrermos a Deus em busca de ajuda quando estamos em apuros. Afinal, ele “é grande e abundante em poder; seu entendimento está além de ser narrado”. (Salmo 147:5) Ele está em melhores condições de nos ajudar a lidar com os nossos problemas. Além disso, a Bíblia nos convida a ‘derramar nosso coração’ diante dele. (Salmo 62:8) Então, por que tantos têm a impressão de que Deus não responde às suas orações? Significa isso que ele não se importa?
Em vez de você culpar logo a Deus pela aparente falta de ação, procure lembrar-se do tempo em que era criança. Quando seus pais não atendiam todas as suas exigências, será que os acusava alguma vez de não o amarem? Muitas crianças fazem isso. No entanto, quando você cresceu, passou a reconhecer que o amor é demonstrado de muitas maneiras e que atender cada pedido duma criança não é realmente a coisa amorosa a fazer.
De modo similar, se Deus nem sempre atende as nossas orações como gostaríamos, isso não significa que ele não se importa conosco. A verdade é que Deus mostra sua preocupação com todos nós de muitas maneiras.
“Por meio dele temos vida”
Acima de tudo, é graças a Deus que “temos vida, e nos movemos e existimos”. (Atos 17:28) O fato de ele nos ter dado a vida certamente mostra seu interesse amoroso em nós.
Além disso, Jesus fornece o que precisamos para continuar vivos. Lemos: “Ele faz brotar capim verde para os animais e vegetação para o serviço da humanidade, a fim de que saia alimento da terra.” (Salmo 104:14) Realmente, nosso Criador faz mais do que apenas fornecer as meras necessidades da vida. Ele dá generosamente “chuvas do céu e estações frutíferas, enchendo os [nossos] corações plenamente de alimento e de bom ânimo”. — Atos 14:17.
Mesmo assim, alguns talvez se perguntem: ‘Se Deus nos ama tanto, por que permite que soframos?’ Sabe a resposta a essa pergunta?
Deve-se culpar a Deus?
Grande parte do sofrimento da humanidade é causada por ela mesma. Por exemplo, são bem conhecidos os perigos de certas atividades de alto risco. Mesmo assim, há pessoas que se envolvem em imoralidade sexual, vício de bebidas alcoólicas e de outras drogas, fumo, esportes radicais, também dirigem em alta velocidade, e se envolvem em outras coisas mais. Se tal comportamento arriscado causa sofrimento, a quem cabe a culpa? A Deus ou àquele que age imprudentemente? A Palavra inspirada por Deus diz: “Não vos deixeis desencaminhar: De Deus não se mofa. Pois, o que o homem semear, isso também ceifará.” — Gálatas 6:7.
Além disso, os humanos muitas vezes prejudicam um ao outro. Quando uma nação declara guerra, certamente a culpa pelo sofrimento resultante não cabe a Deus. Quando um criminoso ataca um concidadão, deve-se culpar a Deus por qualquer dano ou morte resultante disso? Claro que não! Quando um ditador oprime, tortura e assassina os que estão sob o seu controle, devemos culpar a Deus por isso? Seria desarrazoado pensar assim. — Eclesiastes 8:9.
Que dizer dos milhões que vivem na mais absoluta miséria ou que passam fome? Deve-se culpar a Deus? Não. O planeta que serve de lar para nós fornece alimento mais do que o suficiente para alimentar a todos. (Salmo 10:2, 3; 145:16) É a distribuição desigual da abundância provida por Deus que causa ampla fome e pobreza. E o egoísmo humano impede que esse problema seja resolvido.
No entanto, a quem cabe a culpa quando alguém adoece ou morre por causa da idade avançada? Ficaria surpreso de saber que a culpa por tudo isso não cabe a Deus? Deus não criou o homem para envelhecer e morrer.
Quando Adão e Eva, o primeiro casal humano, foram colocados no jardim do Éden, Jeová lhes ofereceu a perspectiva de vida eterna num paraíso terrestre. No entanto, é evidente que ele queria que a Terra fosse povoada por humanos que valorizassem essa herança. Por isso, ele tornou condicional a perspectiva de vida futura deles. Adão e Eva só viveriam no Paraíso enquanto continuassem sujeitos ao seu Criador amoroso. — Gênesis 2:17; 3:2, 3, 17-23.
Lamentavelmente, Adão e Eva se rebelaram. Eva preferiu escutar a Satanás, o Diabo. Ele mentiu para ela e, na realidade, disse que Deus a estava privando de algo bom. De modo que ela passou a tomar um rumo independente e tentou ser “como Deus, sabendo o que é bom e o que é mau”. Adão juntou-se a ela na rebelião. — Gênesis 3:5, 6.
Quando Adão e Eva pecaram dessa forma, mostraram que não mereciam viver para sempre. Sofreram os resultados desastrosos do pecado. Sua força e vitalidade passaram a diminuir e por fim morreram. (Gênesis 5:5) No entanto, a rebelião deles teve conseqüências muito mais graves. Nós ainda sofremos os efeitos do pecado de Adão e Eva. O apóstolo Paulo escreveu: “Por intermédio de um só homem [Adão] entrou o pecado no mundo, e a morte por intermédio do pecado, e assim a morte se espalhou a todos os homens, porque todos tinham pecado.” (Romanos 5:12) De fato, por causa da rebelião de Adão e Eva, o pecado e a morte se espalharam por toda a raça humana como uma doença maligna.
A mais forte evidência do cuidado de Deus
Significa isso que a criação humana de Deus foi permanentemente arruinada? Não; e isso nos leva à evidência mais forte de que Deus se importa conosco. A grande custo para si mesmo, Deus proveu os meios para redimir a humanidade do pecado e da morte. O preço de redenção foi a vida perfeita de Jesus, concedida voluntariamente em nosso favor. (Romanos 3:24) De modo que o apóstolo João escreveu: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” ( João 3:16) Em resultado desse notável ato de amor, temos novamente a perspectiva de viver para sempre. Paulo escreveu aos romanos: “Um só ato de justificação resulta para homens de toda sorte serem declarados justos para a vida.” — Romanos 5:18.
Podemos ter certeza de que, no tempo devido de Deus, não haverá mais sofrimento, nem morte, no planeta Terra. Em vez disso, prevalecerão as condições previstas no livro de Revelação (Apocalipse): “Eis que a tenda de Deus está com a humanidade, e ele residirá com eles e eles serão os seus povos. E o próprio Deus estará com eles. E enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.” (Revelação 21:3, 4) Você talvez diga: ‘Eu não viverei para ver esse tempo.’ No entanto, o fato é que você poderá viver. E mesmo que você morra, Deus pode ressuscitá-lo dentre os mortos. (João 5:28, 29) Esse é o propósito de Deus para nós, e é o que acontecerá. Dizer que Deus não se importa com a humanidade está longe de ser verdade!
“Chegai-vos a Deus”
É consolador saber que Deus já tomou medidas para solucionar permanentemente o problema do sofrimento humano. No entanto, o que dizer de hoje? O que podemos fazer quando uma pessoa amada morre ou nosso filho adoece? Acontece que ainda não é o tempo de Deus eliminar a doença e a morte. A Bíblia indica que teremos de esperar mais um pouco para isso acontecer. Mas Deus não nos deixou sem ajuda. O discípulo Tiago disse: “Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós.” (Tiago 4:8) De fato, nosso Criador nos convida a ter uma relação pessoal bem achegada com ele, e os que a têm nunca deixam de sentir seu apoio, mesmo nas situações mais difíceis.
Como podemos nos achegar a ele? O Rei Davi fez uma pergunta similar uns três milênios atrás, dizendo: “Ó Jeová, quem . . . residirá no teu santo monte?” (Salmo 15:1) Davi respondeu à sua própria pergunta ao dizer: “Aquele que anda sem defeito e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração. Não caluniou com a sua língua. Não fez nenhum mal ao seu companheiro.” (Salmo 15:2, 3) Em outras palavras, Jeová acolhe os que seguem o proceder rejeitado por Adão e Eva. Ele se achega aos que cumprem a Sua vontade. — Deuteronômio 6:24, 25; 1 João 5:3.
Como podemos fazer a vontade de Deus? Temos de aprender o que é “excelente e aceitável à vista de nosso Salvador, Deus”, e então decidir agir de acordo com isso. (1 Timóteo 2:3) Isto envolve assimilar conhecimento exato da Palavra de Deus, a Bíblia. (João 17:3; 2 Timóteo 3:16, 17) Envolve mais do que apenas uma leitura casual da Bíblia. Temos de imitar os judeus do primeiro século em Beréia, que ouviram a pregação de Paulo. Lemos a respeito deles: “Recebiam a palavra com o maior anelo mental, examinando cuidadosamente as Escrituras, cada dia, quanto a se estas coisas eram assim.” — Atos 17:11.
Atualmente, milhões de pessoas em todo o mundo concordam de todo o coração com o salmista, que disse: “Chegar-me a Deus é bom para mim.” (Salmo 73:28) Elas foram ajudadas a lidar com os problemas com que se confrontam agora, e têm plena confiança na esperança de viver para sempre no Paraíso na Terra. (1 Timóteo 4:8) Por que você não toma por objetivo ‘achegar-se a Deus’? De fato, temos a garantia: ‘Ele não está longe de cada um de nós.’ (Atos 17:27) Sim, Deus realmente se importa com você!
terça-feira, 22 de junho de 2010
O que vc pensa quando alguem fala palavrão?
Graças a Deus por suas palavras! Parte 1
Tipo: Esboços e estudos bíblicos / Autor: Administração do site
Por: Lúcio Cesar Menezes
"Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que seja boa para a necessária edificação, a fim de que ministre graça aos que a ouvem." (Ef. 4:29)
Uma boa forma de avaliar a qualidade do relacionamento familiar é observar como as pessoas conversam. Que palavras são escolhidas e utilizadas, qual o tom de voz, a expressão corporal envolvida e a disposição para encontrar soluções para os impasses.
É verdade que há momentos em que o clima em casa não está muito agradável. Muitas razões podem explicar tais momentos difíceis: problemas no serviço de um dos cônjuges, dívidas, doenças, crises de identidade ou existenciais, desemprego, filhos com problemas de bebida ou drogas, rebeldia.
O controle emocional fica prejudicado e pode permitir a ocorrência de explosões temperamentais, agressões verbais ou físicas e ofensas desnecessárias.
Mas atenção! Se circunstâncias difíceis estão acontecendo em sua vida no momento, maior razão para exercitar a sabedoria bíblica para proteger sua família de maior sofrimento. Já bastam os muitos problemas detectados, não havendo razão inteligente para acrescentar outros resultantes de uma comunicação ruim.
A primeira orientação é de que devemos cuidar da qualidade do que falamos:
Uma das causas mais freqüentes de mágoas está no falar demais e sem pensar. Quando se percebe o problema já está criado, a ofensa já foi proferida ou a injustiça cometida.
Observar a oportunidade adequada para falar também é importante. Ainda que você esteja certo, esteja atento para não desperdiçar a verdade falando em momento inadequado, na presença de pessoas que não deveriam ouvir sobre o assunto ou em situação onde há evidente descontrole emocional.
As palavras usadas merecem um cuidado especial. Ironia e sarcasmo devem ser evitados. Palavras que contenham conteúdo ofensivo, agressivo, palavrões e expressões chulas não devem fazer parte da conversa que temos com qualquer pessoa, muito menos com os de casa.
A palavra torpe, inadequada e ofensiva deve ser substituída por palavras que causem um impacto positivo na vida das pessoas. Mais do que evitar palavras torpes, a sabedoria está em aprender a usar as palavras capazes de causar bem aos outros.
Nas conversas com o cônjuge ou com os filhos deve haver o interesse em conseguir um diálogo produtivo e edificante. Para isto é preciso se esforçar para usar palavras que edifiquem e que valorizem a outra pessoa.
Para usar palavras edificantes é preciso, em primeiro lugar, avaliar as motivações, os desejos secretos do coração. Onde você pretende chegar com a discussão? Qual seu objetivo?
Alguns exemplos de objetivos e motivações torpes:
1. Humilhar o outro
2. Prevalecer a qualquer custo
3. Egoísmo
4. Provar que é melhor ou mais inteligente que o outro
5. Irritar o outro
6. Desprezar o outro
Quando conversamos apoiados em motivações erradas estamos abrindo oportunidade para incorporar ao relacionamento sentimentos de dor, de injustiça, de tristeza e ingratidão.
Afastadas as motivações erradas, pode-se focalizar no grande objetivo da comunicação: valorizar o outro e gerar entendimento.
As palavras proferidas, então, originam-se do interesse sincero de edificar o outro, fortalecê-lo, construir uma relação em que haja crescimento e amadurecimento.
Palavras motivadas positivamente são como bálsamo para as relações humanas . Em Provérbios vamos encontrar que palavras suaves são como favos de mel, doçura para a alma e saúde para o corpo. (Provérbios 16: 24). Isto mesmo: palavras proferidas com o intuito de edificar e ministrar graça às pessoas contribuem para a saúde das pessoas, cura feridas da alma e ergue aqueles que estão abatidos.
Aproveite bem suas palavras para edificar e ministrar graça à vida dos seus familiares, dos seus amigos e irmãos. Elogie, encoraje, incentive, valorize, estimule, dê apoio, contribua para que os outros cresçam e se sintam bem.
Entre as palavras torpes e as palavras que edificam está uma profunda diferença na forma de viver em família: os vencedores escolhem edificar e valorizar as pessoas e as relações. Os demais, querem vencer a qualquer custo e perdem o que há de melhor por não perceberem o valor das pessoas que estão ao seu lado.
Tipo: Esboços e estudos bíblicos / Autor: Administração do site
Por: Lúcio Cesar Menezes
"Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que seja boa para a necessária edificação, a fim de que ministre graça aos que a ouvem." (Ef. 4:29)
Uma boa forma de avaliar a qualidade do relacionamento familiar é observar como as pessoas conversam. Que palavras são escolhidas e utilizadas, qual o tom de voz, a expressão corporal envolvida e a disposição para encontrar soluções para os impasses.
É verdade que há momentos em que o clima em casa não está muito agradável. Muitas razões podem explicar tais momentos difíceis: problemas no serviço de um dos cônjuges, dívidas, doenças, crises de identidade ou existenciais, desemprego, filhos com problemas de bebida ou drogas, rebeldia.
O controle emocional fica prejudicado e pode permitir a ocorrência de explosões temperamentais, agressões verbais ou físicas e ofensas desnecessárias.
Mas atenção! Se circunstâncias difíceis estão acontecendo em sua vida no momento, maior razão para exercitar a sabedoria bíblica para proteger sua família de maior sofrimento. Já bastam os muitos problemas detectados, não havendo razão inteligente para acrescentar outros resultantes de uma comunicação ruim.
A primeira orientação é de que devemos cuidar da qualidade do que falamos:
Uma das causas mais freqüentes de mágoas está no falar demais e sem pensar. Quando se percebe o problema já está criado, a ofensa já foi proferida ou a injustiça cometida.
Observar a oportunidade adequada para falar também é importante. Ainda que você esteja certo, esteja atento para não desperdiçar a verdade falando em momento inadequado, na presença de pessoas que não deveriam ouvir sobre o assunto ou em situação onde há evidente descontrole emocional.
As palavras usadas merecem um cuidado especial. Ironia e sarcasmo devem ser evitados. Palavras que contenham conteúdo ofensivo, agressivo, palavrões e expressões chulas não devem fazer parte da conversa que temos com qualquer pessoa, muito menos com os de casa.
A palavra torpe, inadequada e ofensiva deve ser substituída por palavras que causem um impacto positivo na vida das pessoas. Mais do que evitar palavras torpes, a sabedoria está em aprender a usar as palavras capazes de causar bem aos outros.
Nas conversas com o cônjuge ou com os filhos deve haver o interesse em conseguir um diálogo produtivo e edificante. Para isto é preciso se esforçar para usar palavras que edifiquem e que valorizem a outra pessoa.
Para usar palavras edificantes é preciso, em primeiro lugar, avaliar as motivações, os desejos secretos do coração. Onde você pretende chegar com a discussão? Qual seu objetivo?
Alguns exemplos de objetivos e motivações torpes:
1. Humilhar o outro
2. Prevalecer a qualquer custo
3. Egoísmo
4. Provar que é melhor ou mais inteligente que o outro
5. Irritar o outro
6. Desprezar o outro
Quando conversamos apoiados em motivações erradas estamos abrindo oportunidade para incorporar ao relacionamento sentimentos de dor, de injustiça, de tristeza e ingratidão.
Afastadas as motivações erradas, pode-se focalizar no grande objetivo da comunicação: valorizar o outro e gerar entendimento.
As palavras proferidas, então, originam-se do interesse sincero de edificar o outro, fortalecê-lo, construir uma relação em que haja crescimento e amadurecimento.
Palavras motivadas positivamente são como bálsamo para as relações humanas . Em Provérbios vamos encontrar que palavras suaves são como favos de mel, doçura para a alma e saúde para o corpo. (Provérbios 16: 24). Isto mesmo: palavras proferidas com o intuito de edificar e ministrar graça às pessoas contribuem para a saúde das pessoas, cura feridas da alma e ergue aqueles que estão abatidos.
Aproveite bem suas palavras para edificar e ministrar graça à vida dos seus familiares, dos seus amigos e irmãos. Elogie, encoraje, incentive, valorize, estimule, dê apoio, contribua para que os outros cresçam e se sintam bem.
Entre as palavras torpes e as palavras que edificam está uma profunda diferença na forma de viver em família: os vencedores escolhem edificar e valorizar as pessoas e as relações. Os demais, querem vencer a qualquer custo e perdem o que há de melhor por não perceberem o valor das pessoas que estão ao seu lado.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
A fe cura
Um aspecto importante do ministério de Jesus era curar fisica e espiritualmente. A Bíblia diz em Mateus 4:23 “E percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino, e curando todas as doenças e enfermidades entre o povo.”
O dom de curar fisicamente não é o dom mais importante que Deus dá. A Bíblia diz em Mateus 9:2 “E eis que lhe trouxeram um paralítico deitado num leito. Jesus, pois, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Tem ânimo, filho; perdoados são os teus pecados.”
Deus provee a cura física porque Ele quer que nos curemos espiritualmente. A Bíblia diz em Mateus 9:6 “Ora, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados (disse então ao paralítico): Levanta- te, toma o teu leito, e vai para tua casa.”
Cristo deu-nos a cura espiritual ao morrer pelos nossos pecados. A Bíblia diz em Isaías 53:4-5 “Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”
Os milagres de cura confirmaram o ministério da igreja primitiva . A Bíblia diz em Atos 5:16 “Também das cidades circunvizinhas afluía muita gente a Jerusalém, conduzindo enfermos e atormentados de espíritos imundos, os quais eram todos curados.”
Ainda que os milagres sejam um sinal do ministério, devemos ter cuidado porque Satanás também pode fazer milagres. A Bíblia diz em Apocalipse 16:14 “Pois são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia do Deus Todo-Poderoso.”
Os milagres nunca eliminam a necessidade de uma fé pessoal. A Bíblia diz em João 20:29-31 “Disse-lhe Jesus: Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram. Jesus, na verdade, operou na presença de seus discípulos ainda muitos outros sinais que não estão escritos neste livro; estes, porém, estão escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.”
A cura resulta da obediência às instruções de Deus. A Bíblia diz em Êxodo 15:26 “Se ouvires atentamente a voz do Senhor teu Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, sobre ti não enviarei nenhuma das enfermidades que enviei sobre os egípcios; porque eu sou o Senhor que te sara.”
Deus pode até curar doenças incuráveis . A Bíblia diz em Salmos 107:20 “Enviou a sua palavra, e os sarou, e os livrou da destruição.”
A oração de fé, simbolizada pela unção de azeite, pode produzir cura. A Bíblia diz em Tiago 5:14-15 “Está doente algum de vós? Chame os anciãos da igreja, e estes orem sobre ele, ungido-o com óleo em nome do Senhor; e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.”
O dom de curar fisicamente não é o dom mais importante que Deus dá. A Bíblia diz em Mateus 9:2 “E eis que lhe trouxeram um paralítico deitado num leito. Jesus, pois, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Tem ânimo, filho; perdoados são os teus pecados.”
Deus provee a cura física porque Ele quer que nos curemos espiritualmente. A Bíblia diz em Mateus 9:6 “Ora, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados (disse então ao paralítico): Levanta- te, toma o teu leito, e vai para tua casa.”
Cristo deu-nos a cura espiritual ao morrer pelos nossos pecados. A Bíblia diz em Isaías 53:4-5 “Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”
Os milagres de cura confirmaram o ministério da igreja primitiva . A Bíblia diz em Atos 5:16 “Também das cidades circunvizinhas afluía muita gente a Jerusalém, conduzindo enfermos e atormentados de espíritos imundos, os quais eram todos curados.”
Ainda que os milagres sejam um sinal do ministério, devemos ter cuidado porque Satanás também pode fazer milagres. A Bíblia diz em Apocalipse 16:14 “Pois são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia do Deus Todo-Poderoso.”
Os milagres nunca eliminam a necessidade de uma fé pessoal. A Bíblia diz em João 20:29-31 “Disse-lhe Jesus: Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram. Jesus, na verdade, operou na presença de seus discípulos ainda muitos outros sinais que não estão escritos neste livro; estes, porém, estão escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.”
A cura resulta da obediência às instruções de Deus. A Bíblia diz em Êxodo 15:26 “Se ouvires atentamente a voz do Senhor teu Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, sobre ti não enviarei nenhuma das enfermidades que enviei sobre os egípcios; porque eu sou o Senhor que te sara.”
Deus pode até curar doenças incuráveis . A Bíblia diz em Salmos 107:20 “Enviou a sua palavra, e os sarou, e os livrou da destruição.”
A oração de fé, simbolizada pela unção de azeite, pode produzir cura. A Bíblia diz em Tiago 5:14-15 “Está doente algum de vós? Chame os anciãos da igreja, e estes orem sobre ele, ungido-o com óleo em nome do Senhor; e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.”
sexta-feira, 11 de junho de 2010
O VERDADEIRO AMOR
O VERDADEIRO AMOR
Por Nilza Rangel ⋅ junho 2, 2008 ⋅ Envie este Post por E-mail Envie este Post por E-mail ⋅ Comente este artigo
O Dia dos namorados está chegando !!!
(I CO 13:2,3,4)
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Nestes textos bíblicos fala de amor espiritual, mas podemos tirar para as nossas vidas amorosas e conjugais entre homem e mulher, o casal que Deus colocou no mundo para que enchesse a terra.
Este amor puro,verdadeiro e santo que devemos colocar em primeiro lugar em nossas vidas, porque sem o verdadeiro amor não sobrevive o casamento, a aliança (Assim também é a nossa aliança com Deus).
Deus fala que feliz é o leito sem mácula.
Quer dizer, aquele que honra o esposo ou esposa, tem respeito um para com o outro, amando-se mutuamente.
Não deseja o mal, não ofende com palavras, não engana, não agride, o amor não é fingido, porque não há ofensa um para com o outro.
Há diálogo, para que um compreenda o outro.
Não somos iguais, cada um tem uma personalidade, e cada um aceitará o outro como ele é.
Caráter deve mudar para o bem, mas a personalidade não, mesmo Deus usa o homem como ele é, o homem e a mulher são duas pessoas distintas, cada qual tem o seu papel.
Nunca devemos ocupar o lugar um do outro na vida sentimental, ou querer que seja conforme nós queremos que seja, e sim compreender cada um o modo de ser do outro. Somente assim poderemos amar, porque o amor não é proibido na Palavra de Deus . O que Deus uni o homem não separa.
Deus fez o homem e uma mulher para se amarem, e que os dois juntos formassem um reino, uma nação forte e poderosa para Deus. Que Deus abençoe todos os namorados e os casais no amor. Amém.
Por Nilza Rangel ⋅ junho 2, 2008 ⋅ Envie este Post por E-mail Envie este Post por E-mail ⋅ Comente este artigo
O Dia dos namorados está chegando !!!
(I CO 13:2,3,4)
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Nestes textos bíblicos fala de amor espiritual, mas podemos tirar para as nossas vidas amorosas e conjugais entre homem e mulher, o casal que Deus colocou no mundo para que enchesse a terra.
Este amor puro,verdadeiro e santo que devemos colocar em primeiro lugar em nossas vidas, porque sem o verdadeiro amor não sobrevive o casamento, a aliança (Assim também é a nossa aliança com Deus).
Deus fala que feliz é o leito sem mácula.
Quer dizer, aquele que honra o esposo ou esposa, tem respeito um para com o outro, amando-se mutuamente.
Não deseja o mal, não ofende com palavras, não engana, não agride, o amor não é fingido, porque não há ofensa um para com o outro.
Há diálogo, para que um compreenda o outro.
Não somos iguais, cada um tem uma personalidade, e cada um aceitará o outro como ele é.
Caráter deve mudar para o bem, mas a personalidade não, mesmo Deus usa o homem como ele é, o homem e a mulher são duas pessoas distintas, cada qual tem o seu papel.
Nunca devemos ocupar o lugar um do outro na vida sentimental, ou querer que seja conforme nós queremos que seja, e sim compreender cada um o modo de ser do outro. Somente assim poderemos amar, porque o amor não é proibido na Palavra de Deus . O que Deus uni o homem não separa.
Deus fez o homem e uma mulher para se amarem, e que os dois juntos formassem um reino, uma nação forte e poderosa para Deus. Que Deus abençoe todos os namorados e os casais no amor. Amém.
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